O artigo trata da possibilidade de a pessoa com câncer ser equiparada aos deficientes para fins de requerimento do benefício assistencial. Nesse sentido, se preenchidos os requisitos, seria possível a concessão da aposentadoria na modalidade que seja mais conveniente ao contexto. Esse entendimento é justo e compatível com os preceitos constitucionais, tendo em vista as dificuldades, senão a incapacidade, muitas vezes enfrentadas pelas pessoas portadoras de câncer no exercícios de suas atividades.
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